MISERICÓRDIA DIVINA: O AVISO DE GARABANDAL (II)


EVANGELHO – Lc 21, 29-33

Naquele tempo: Jesus contou-lhes uma parábola: “Olhai a figueira e todas as árvores.
Quando vedes que elas estão dando brotos, logo sabeis que o verão está perto.
Vós também, quando virdes acontecer essas coisas, ficai sabendo que o Reino de Deus está perto. Em verdade, eu vos digo: tudo isso vai acontecer antes que passe esta geração. O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.
– Palavra da salvação.
– Glória a vós, Senhor

Olhar para Jesus:
Jesus acabara de falar do fim do mundo. Após alguns instantes de silêncio, os Apóstolos lhe perguntam: “Quando será isso, Mestre?” Para que estivessem preparados e prontos para a sua vinda gloriosa, Ele lhes conta então diversas parábolas, dentre as quais a de uma figueira, fonte importante de alimento para os judeus. No seu florescer, ela anuncia que o inverno passou e se aproxima o verão, época em que se recolhem os frutos para guardá-los.

Como dizia ontem, Nossa Senhora disse à Conchita, que dentro de pouco tempo ocorrerá um Aviso, um Milagre e possivelmente um Castigo. Quanto ao Aviso, ontem começamos a falar dele e hoje vamos continuar.

No dia 1º de janeiro de 1965 Conchita encontrava-se sozinha nos pinheiros, que era o local das Aparições, quando Nossa Senhora lhe comunicou que daria uma última mensagem ao mundo, com a qual iria encerrar o ciclo de Garabandal. A seguir, transmitiu uma mensagem particular, que ela prontamente comunicou a um sacerdote conhecido. Diz o seguinte:

“O Aviso que a Virgem vai nos enviar é à maneira de castigo, para aproximar os bons mais de Deus e para advertir os demais. Em que consiste o Aviso, não posso revelar. A Virgem pediu-me para manter segredo. Queira Deus que, graças a esse Aviso, nos emendemos e cometamos menos pecados contra Ele”.

A natureza do Aviso foi revelada pela Conchita numa conversa com a sua tia Maximina. Conchita: Nossa Senhora “disse-me que um dia iríamos sofrer um desastre horrível. Em todas as partes do mundo. Ninguém escapará. Os bons, para se aproximarem mais de Deus; os outros, para se emendarem. Seria preferível morrer a suportar, por cinco minutos que fosse, o que nos espera. Se eu não conhecesse o Castigo que está por vir, diria que não há castigo maior do que o Aviso. Mas ele durará bem pouco tempo”.

“Será horrível em grau máximo” – explica ainda. “Ah, se eu pudesse contá-lo a todos vós como a Virgem me contou a mim! Ele é fruto dos nossos pecados. Pode produzir-se de um momento para outro; eu espero-o todos os dias. Se soubessem o que é, ficariam horrorizados”!

“Por que não o torna público, para que todos os que vêm aqui o saibam”? – pergunta-lhe alguém. “Estou cansada de dizer, ninguém faz caso”.

Dias mais tarde, voltam ao assunto:
“Conchita, desde que me fez estas confidências, penso muitas vezes no céu”.
“Eu também” – responde a vidente. “De modo especial quando vou para a cama. Tenho muito medo de que aconteça durante a noite. Não nos damos conta da medida com que ofendemos ao Senhor. A Virgem disse-me que todos sabem da existência do inferno e do céu. Mas pensam nisto apenas por medo e não por amor a Deus. Por culpa dos nossos pecados, seremos nós mesmos a causa da natureza do Aviso”.

Outros esclarecimentos encontramos nas respostas a um questionário de 14 de setembro de 1965:
“O Aviso é uma coisa que vem diretamente de Deus. Será visível no mundo inteiro, qualquer que seja o lugar onde alguém se encontre. Será como que a revelação (interior a cada um) dos nossos pecados. Vê-lo-ão e sentirão tanto os que têm fé quanto os não a têm de todos os países”. E mais: “É como uma purificação para o Milagre.

Quando aos efeitos sobre o íntimo de cada um, Conchita explica: “O Aviso será uma correção de consciência do mundo… O Senhor o enviará para nos purificar, a fim de podermos apreciar melhor o Milagre, pelo qual nos provará claramente o seu amor”.

“Qual é a natureza do Aviso”? – alguém lhe pergunta.
“Será como fogo. Não queimará a nossa carne, mas o sentiremos no corpo e no espírito. Todas as nações e todas as pessoas o sentirão da mesma forma. Ninguém escapará. E mesmo os que não têm fé conhecerão o temor de Deus. Mesmo que você entre em casa e feche a porta e as janelas, você não escapará dele; você o sentirá e o verá, apesar de tudo”.

Um aspecto complementar das declarações de Conchita nos é fornecido por outra vidente, a Jacinta, em fevereiro de 1976:
“O Aviso será de muito curta duração, alguns minutos; mas esse pouco tempo tornar-se-á tremendamente longo, pela dor que nos causará… Virá sobre nós como um fogo do céu, que repercutirá profundamente no interior de cada um. À sua luz veremos com toda a clareza o estado da nossa consciência, veremos o que significa perder a Deus, sentiremos a ação purificante de uma chama abrasadora. Em resumo, será como passar pelo juízo particular ainda em vida, na intimidade de cada um”.

Lição: Se na hora do Aviso estivermos na graça de Deus, tendo feito penitências pelos nossos pecados, sobretudo os graves, este momento será de grande alegria. Procuremos desde já viver na graça de Deus e fazer penitências pelos nossos pecados graves já cometidos.

MISERICÓRDIA DIVINA: O AVISO DE GARABANDAL (II)

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